“Começando um caminho certo”, diz Pedro Nogueira ao unir afeto e medicina
A pandemia revelou uma prática que aproximou médico, pacientes e comunidade no Sertão
O Sertão viveu momentos intensos durante a pandemia, e a rotina hospitalar exigiu força emocional de pacientes e equipes. Em meio a esse cenário, o médico Pedro Nogueira decidiu atuar com sensibilidade e transformar pequenos gestos em conforto real. Sua postura reforçou a importância da humanização como parte essencial da prática médica.
A origem do EscrevAfeto
Durante o período mais crítico, ele criou o projeto EscrevAfeto. A iniciativa nasceu quando Dr. Pedro Nogueira começou a escrever mensagens diretas nas marmitas entregues aos internados. Palavras como “Força!” chegavam aos leitos e ofereciam ânimo nos momentos mais difíceis. A comunicadora Mônica Silveira registrou o gesto em 2021 e elogiou sua atitude ao afirmar que o mundo precisava de empatia.

A imagem viralizou e deu visibilidade ao impacto do projeto. Pacientes relataram que as mensagens ajudaram a enfrentar o isolamento. O gesto mostrava que alguém se importava. A comunidade viu ali um símbolo de cuidado. No meio do reconhecimento, Dr. Pedro Nogueira afirmou sentir-se “começando um caminho certo”, expressão que marcou sua fala e fortaleceu sua missão.
“O mundo carece muito de mais “empatia” e justamente por crer nisso parabenizo o médico Pedro Nogueira pela sua inciativa e sensibilidade na linha de frente desse árduo trabalho dos profissionais de saúde, encontra tempo e carinho para escrever mensagens de apoio e incentivo nas refeições dos pacientes do Hospital.” afirmou Mônica Silveira.
Reconhecimento público
A iniciativa ganhou Moções de Aplausos na Câmara de Tuparetama e São José do Egito. Para o médico, o reconhecimento reforçou responsabilidade e compromisso com a população. Ele agradeceu o apoio e afirmou que deseja servir com dedicação e presença diária.

Impacto atual no Sertão
Hoje, Dr. Pedro Nogueira atua em unidades públicas de Pernambuco e realiza mais de 500 atendimentos mensais. Ele prioriza escuta ativa e proximidade. A comunidade encontra nele acolhimento e segurança. Seu trabalho mostra que a humanização não exige grandes estruturas, mas atitudes consistentes que transformam a experiência do paciente.

O legado do projeto
O EscrevAfeto permanece vivo na memória da população. Ele representa esperança, afeto e cuidado. Mostra que a medicina também se faz com palavras simples que tocam profundamente quem mais precisa. No Sertão, esse gesto virou referência de humanidade e integração comunitária.




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